6 mar. 2008

Marcos Sorrentino nos envía hoy 6 de marzo esta importante información a los educadores ambientales de latinoamerica.

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Aos Educadores e Educadoras Ambientais da América Latina e Caribe,

Península Ibérica e Países de Língua Portuguesa


O Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e Caribe, como principal foro político intergovernamental regional, aprovou na sua XVI Reunião a Decisão 1, que diz respeito a implementação da Iniciativa Latino Americana e Caribenha para o Desenvolvimento Sustentável (ILAC), onde foi incluída a Educação Ambiental entre as suas 11 prioridades de ação nos próximos quatro anos (Anexo 1). Além disso, a Decisão 11 responsabilizou o Brasil para dar seguimento às atividades de coordenação do Programa Latino-Americano e Caribenho de Educação Ambiental ? PLACEA durante o biênio 2008-2009 (Anexo 1). Dentro de uma perspectiva de rodízio na condução do PLACEA tivemos o apoio dos representantes dos governos da Venezuela e Argentina para assumir tal responsabilidade.

O PLACEA vem sendo desenvolvido nos últimos sete anos por iniciativa dos organizadores e participantes dos Congressos Ibero-Americanos de Educação Ambiental, capitaneado pelo governo da Venezuela. Desde 2005 o PLACEA se tornou oficialmente uma responsabilidade compartilhada pelos Ministros de Meio Ambiente da região, vinculado a implementação da ILAC.

Um dos instrumentos do Foro de Ministros para a efetiva implementação de suas decisões, em especial para a implementação da ILAC, são os grupos de trabalho, cujo funcionamento foi revisto recentemente pela Decisão 4, em que foi estabelecido o Grupo de Trabalho de Educação para o Desenvolvimento Sustentável (Anexo 1). Entendemos que o GT deveria ter um caráter de suporte operativo para a implementação do PLACEA e portanto deveria ser composto por um número reduzido de países que possam agilizar a viabilização do Programa em cada sub-região.

A primeira proposta que encaminhamos aos pontos focais da Rede de Formação Ambiental do PNUMA e aos educadores e educadoras ambientais da região, no sentido da revitalização do PLACEA, encontra-se no Anexo 2 e foi muito útil para os nossos diálogos em Santo Domingo. Nas próximas semanas será encaminhado aos governos dos países da região uma proposta de matriz de prioridades para o funcionamento do Grupo de Trabalho de Educação para o Desenvolvimento Sustentável com foco na implementação do PLACEA.

A educação ambiental ainda tem presença marginal nos governos da região, haja visto os orçamentos, o tamanho das equipes e a ausência de políticas e programas nacionais de educação ambiental na maioria dos países, mesmo considerando a sua importância para o enfrentamento das mudanças socioambientais globais. Isto nos obriga a assumir uma enorme responsabilidade no sentido de reverter este quadro.

Estamos planejando a realização de uma reunião com os pontos focais da educação ambiental de todos os países, a ser realizada ainda no primeiro semestre de 2008, para detalharmos o Plano de Ação Regional do PLACEA. Mais informações sobre essa reunião serão divulgadas em breve. A idéia é que este Plano circule nas redes e demais instâncias de interlocução da educação ambiental dos países da região. Temos a intenção de ampliar a rede de pontos focais dos países e trabalharemos com essa orientação durante o período de nossa coordenação no sentido de envolver os Ministérios de Educação e uma representação da sociedade civil.

Temos que debater muitas coisas, antes de nos reunirmos para tomar decisões. Apontamos abaixo seis pontos, para iniciarmos a conversa:

O primeiro deles é sobre a necessidade de dar organicidade para as diversas iniciativas relacionadas a educação ambiental na América Latina e Caribe, Península Ibérica e Países de Língua Portuguesa ? por exemplo entre a Rede de Formação Ambiental do PNUMA e o seu Fundo Fiduciário, o PLACEA e o GT de Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável do Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e Caribe, os Congressos Ibero-Americanos de EA, entre outras. Nesse sentido, existem questões a serem superadas: estes Congressos não incluem os países de língua inglesa do Caribe e incluem a Península Ibérica; o GT de EA do Foro de Ministros, a Rede de Formação do PNUMA e o PLACEA incluem formalmente os países do Caribe, mas na prática os isola por quase não praticar a língua inglesa em seus encontros, publicações e comunicações informais. Os países de língua portuguesa (cinco africanos e um asiático, além de Portugal e Brasil) começaram a desenvolver uma importante integração que poderia nos auxiliar a penetrar com esta perspectiva latino-americana de EA em todo continente Africano, auxiliando-nos a resgatar uma dívida histórica presente também em praticamente toda América Latina, Caribe, Portugal e Espanha, apesar de serem realidades culturais muito distantes. Enfim este é um ponto de debate que puxa outro.

O da língua para a nossa comunicação. Estamos cientes das dificuldades que existem para muitos dos nossos companheiros e companheiras em acompanhar longos comunicados em português. Consultamos os leitores deste texto se podemos fazer pequenos e rápidos comunicados em português e para textos maiores (como este) podemos fazê-lo em portunhol ou quando mais oficial, nas três línguas. O Sr. Ricardo Sanchez, afirmou em tom de brincadeira, em plenária do Foro de Ministros, que a primeira iniciativa do GT de EA deveria ser um curso de espanhol para os seus participantes. Consideramos interessante a idéia do PNUMA facilitar o acesso a cursos de espanhol, português e inglês aos participantes de todas as articulações internacionais de EA ou pelo menos financiar a tradução de todos os materiais.

O terceiro ponto é o de definirmos se queremos entrar no debate internacional da EA, procurando dar visibilidade a EA Latino-Americana no contexto da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e de outras iniciativas relacionadas às mudanças socioambientais globais ou se vamos circunscrever a nossa atuação aos países mencionados anteriormente (da América Latina, Caribe, Península Ibérica, países lusófonos), ou a parte deles.

Em nosso ponto de vista, perdemos boas oportunidades no V Congresso Ibero-Americano de EA, no I Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos e Galícia e na 4a Conferência Internacional de EA (Tibilsi+30), em Ahmedabad, de lançarmos a proposta de um Manifesto Planetário pela EA ou uma Declaração Universal pelos Direitos à EA, que re-colocasse o diálogo sobre o papel transformador, crítico e emancipatório da EA, para além de nossas fronteiras (em cada país e no continente) e não devemos perder essa oportunidade no VI Congresso Ibero-americano de EA.

O quarto ponto é sobre as nossas instâncias de articulação e tomada de decisão. Quais são? Quem decide?

O quinto é sobre o VI Congresso Ibero-Americano, na Argentina. Avançamos na primeira conversa com Pablo Mesa, que será o responsável por coordenar a organização do evento e ele tem propostas boas de forma e conteúdo para o evento.

O sexto, é sobre a elaboração de um Plano de Ação Regional e/ou Sub-regionais para o PLACEA. Os anexos fazem algumas provocações neste sentido, o próprio PLACEA deve ser re-visitado para avivarmos a memória (seguem no Anexo 3 alguns documentos de referência do PLACEA em português e espanhol, sendo que já estamos articulando com o PNUMA a tradução para o inglês). Também contribuem para essa revisitação as experiências de regionalização do PANACEA e do Centro de Saberes e Cuidados Ambientais de La Cuenca del Plata. As correspondências nas listas eletrônicas estão repletas de propostas e também devem ser analisadas para o aprofundamento dos debates.


Por fim, precisamos nos estruturar como coordenação e secretaria executiva deste diálogo à distância e facilitadores também das aproximações presenciais. Indicamos o endereço eletrônico para recebermos as correspondências referentes ao PLACEA: placea@mma.gov.br. Acreditamos que as propostas de blog ou lista também são importantes.

Por fim, aceitamos todas as sugestões, críticas e colaborações para que possamos corresponder às demandas colocadas pela conjuntura planetária e por nossas expectativas de tornar a EA cada vez mais presente em nossos países e na vida de cada pessoa.


Saludos fraternos,


Marcos Sorrentino

Diretor do Departamento de Educação Ambiental

Ministério de Meio Ambiente do Brasil

24 feb. 2008

INSTRUMENTOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS EN LA EDUCACIÓN AMBIENTAL DE LATINOAMÉRICA Y VENEZUELA

Un mecanismo que ha sido usado por diversas naciones para la gestión pública de los procesos educativos-ambientales, es el desarrollo de Políticas, Estrategias o Leyes Nacionales que promuevan, regulen y articulen estas actividades en el país, de tal manera de hacerlas más efectivas en el logro de una mejor calidad de vida para sus ciudadanos. Una muestra preliminar de los esfuerzos realizados en este sentido en Latinoamérica puede verse en la tabla 1.

Tabla 1. Instrumentos de Gestión Pública de la Educación Ambiental en América Latina (País, Año de Publicación y Nombre del Documento)

Argentina, 200?. Estrategia Nacional de Educación Ambiental (En proceso de elaboración)

Chile, 200?. Política Nacional de Educación Para el Desarrollo Sustentable (En proceso de elaboración)

México, 2006. Estrategia Nacional de Educación Ambiental para la Sustentabilidad en México

Costa Rica (*), 2004 Marco Estratégico para la Educación Ambiental I y II ciclos de la Educación General Básica.

Venezuela (*), 2003. La Política de Educación Ambiental y Participación del MARN

Nicaragua, 2003. Lineamientos de Política y Estrategia Nacional de Educación Ambiental

Colombia, 2002. Política Nacional de Educación Ambiental

Brasil, 1999. Programa Nacional de Educação Ambiental

Brasil, 1999. Lei No 9.795, del 27 de abril de 1999

Perú, 1999?. Política Nacional de Educación Ambiental adjunta a Agenda Ambiental 2000 - 2002

Costa Rica, 1998. Estrategia Nacional de Educación y Extensión Ambiental

Cuba, 1997. Estrategia Nacional de Educación Ambiental

Guatemala, 1996. Política Nacional de Educación Ambiental

Colombia, 1995. Lineamientos Generales para una Política de Educación Ambiental

Ecuador, 1994. Agenda Ecuatoriana de Educación y Comunicación Ambiental para el Desarrollo Sustentable.

México, 1993. Hacia una Estrategia Nacional y Plan de Acción de Educación Ambiental

República Dominicana, 1992. Estrategia Nacional de Educación Ambiental

Venezuela, 1990. Estrategia Nacional en Educación y Formación Ambiental 1990-1999

Guatemala, 1990. Estrategia Nacional de Educación Ambiental de Guatemala

Elaboración propia a partir de diferentes fuentes, principalmente en Internet. Este listado se considera preliminar y puede contener lagunas y omisiones importantes.

(*) Estos casos se refieren a instrumentos sectoriales y no de alcance general.


Asimismo, tengo información sobre la existencia de planes y/o políticas nacionales en Bolivia, y de un proyecto de Ley de Educación Ambiental en Argentina, pero hasta el momento no he podido confirmar esta información. Asimismo,
no tengo ninguna referencia sobre programas nacionales de gestión de la educación ambiental en algunos países de la región, tales como son los casos de Uruguay, Paraguay, Panamá, El Salvador y Puerto Rico. En este último caso, su particular estatus político de “Estado Libre Asociado” bajo la tutela de los Estados Unidos de América, puede hacer pensar que la EA en este país esté bajo las orientaciones de la Estrategia Nacional de ese país, pero esta conjetura no ha sido posible confirmarla

Esta tabla, es sólo un resumen enumerativo parcial de los documentos y normativas que han sido planteados en la región, y no pretende indicar sí estos instrumentos han sido efectivos en impulsar el desarrollo (promoción, institucionalización, evaluación, optimización, articulación, coordinación y/o financiamiento) de los planes, programas y proyectos educativo ambientales de cada país. Un ejemplo de esta situación es el hecho de que en el año 1990, el Ministerio del Ambiente y los Recursos Naturales Renovables de Venezuela propuso una “
Estrategia Nacional de Educación Ambiental”, pero este esfuerzo no tuvo ningún efecto sobre el desarrollo de los programas educativo-ambientales del país, ya que según se ha afirmado, no se realizó ningún intento de promover su conocimiento y uso, por lo que la mayoría de los educadores ambientales del país desconocieron su existencia y el propio ministerio la abandonó sin intentar aplicarla (Ruiz Briceño, 2000).

Igualmente, a partir de la muestra, es posible observar que la mayor parte de los países de la región seleccionaron desarrollar Estrategias Nacionales (10) incluyendo algunos países que combinaron la definición de Políticas en combinación con Estrategias. Asimismo, tres establecieron Políticas Nacionales, uno tiene una Ley Nacional y uno tiene un Programa. Queda claro que la selección de cuál es el instrumento de política pública que debe ser usado es una decisión que depende de factores sociopolíticos, institucionales, oportunidad, conveniencia o pertinencia en cada país y momento histórico.

Siendo la estrategia la herramienta más utilizada en la región, igual que en el resto del mundo (Ruiz, 2000; Tillbury, 1999) es importante definir qué es una Estrategia Nacional de Educación Ambiental (ENEA). Algunas definiciones que podemos conseguir son las siguientes:

“...procesos de planificación concertada donde los distintos actores de un país expresan sus aspiraciones en materia de Educación Ambiental. Estas constituyen grandes marcos de referencia que, además de acuerdos y compromisos, deben proporcionar las directrices a seguir para el logro de procesos estratégicos más específicos, de acuerdo a las realidades, necesidades y posibilidades de los ámbitos nacionales, regionales o locales”. Álvarez, Ruiz y Benayas, 2000

“… un proceso orientativo y flexible a través del cual es posible establecer los fundamentos, las directrices y las acciones referidas al diseño, desarrollo y evaluación de un plan de acción social considerado relevante para mejorar la calidad de vida de una población en un marco territorial, temporal y humano” Estrategia Gallega de Educación Ambiental 1994. En Ruiz, 2000.

“... un plan sistemático orientado a medio – largo plazo y que aglutina los esfuerzos de un conjunto amplio de agentes sociales (gestores, educadores, políticos, ciudadanos y asociaciones) en aras de mejorar o cambiar una realidad socioambiental en un contexto geográfico concreto” Gutiérrez y Benayas, 2000.

En resumen, las ENEAs han sido definidas como procesos de planificación, idealmente elaborados de manera participativa, definidos para ser cumplidos en un horizonte de mediano a largo plazo que establecen principios, mecanismos, actores, recursos, tiempos y procedimientos para alcanzar unos propósitos socialmente anhelados en materia de mejoramiento de la calidad de vida de la población.

Por otra parte, no hay un enfoque ni una metodología estándar para la elaboración de políticas o estrategias de educación ambiental. Los estudios realizados sobre sus características dan cuenta de la enorme variedad de procesos, métodos, niveles de complejidad, lapsos de tiempos utilizados en el diseño y productos finales logrados (Ruiz Briceño, 2000; Tilbury, 1999) Lo que sí está claro es que éstas no podrán tener éxito, sino cuentan con la voluntad política, la apertura a la participación, la claridad metodológica, los procedimientos validados para la recolección amplia de opiniones y el logro de acuerdos, así como el apoyo político, económico y social necesario para garantizar su culminación, seguimiento y continuidad en el tiempo (ver: Álvarez, Ruiz y Benayas, 2000, Tilbury 1999)

(En el caso de que alguien esté interesado en las referencias citadas puedo hacerle llegar el listado de las mismas)

16 feb. 2008

¿Qué es el PLACEA?

Frecuentemente en los textos anteriores ha aparecido mencionado el PLACEA. Ahora bien este programa no ha sido divulgado lo suficiente, por lo que muchas personas no lo conocen. Por esa razón aquí les coloco una breve descripción de lo que es el PLACEA.
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El Programa Latinoamericano y del Caribe de Educación Ambiental (PLACEA) es un mecanismo regional permanente de integración y cooperación dirigido a impulsar la coordinación de políticas conjuntas, estimular el desarrollo de programas y proyectos en común y fomentar la comunicación, el intercambio y el apoyo mutuo.
Este Programa es una estrategia educativa transversal a los programas regionales en materia ambiental, en particular la Iniciativa Latinoamericana y Caribeña para el Desarrollo Sostenible (ILAC) y el Programa de Acción de Barbados
El PLACEA fue aprobado en el año 2003 por la XIV del Foro de Ministros de Ambiente de Latinoamérica y del Caribe realizada en Panamá con motivo de su XIV Reunión (Decisión 10 UNEP/LAC-IG.XIV/4 Página 30)

El Objetivo General del PLACEA es el siguiente:


Establecer un mecanismo regional permanente que impulse la coordinación de políticas, estimule el desarrollo de programas y proyectos y fomente la comunicación, el intercambio y el apoyo mutuo entre los gobiernos regionales, así como entre estos y los otros actores sociales involucrados en el desarrollo de programas de educación ambiental

Y establece como objetivos específicos

• Consolidar las políticas públicas de EA en la región
• Establecer mecanismos para el trabajo en red
• Fortalecer los aspectos conceptuales de la EA
• Fortalecer la capacitación continua


El Marco Conceptual del PLACEA

Se desea que el PLACEA responda a un enfoque de desarrollo sustentable, humano y endógeno. En tal sentido PLACEA se desea que este Programa:
  • Busque estimular la participación y el protagonismo de todos los actores sociales involucrados en la planificación e implementación de programas de educación ambiental en cada uno de los países.
  • Facilite la construcción de nuevas orientaciones conceptuales y metodológicas para la educación ambiental en la región, de tal manera que la educación ambiental se convierta en un factor de apoyo para la construcción de sociedades democráticas, inclusivas, prósperas y responsables de su ambiente.
  • Enlace a la educación ambiental con los temas prioritarios de la región definidos en la Iniciativa Latinoamericana y del Caribe (ILAC) en particular con los relacionados con la preparación contra desastres naturales, mejoramiento de la salud humana, lucha contra la pobreza y la discriminación racial y de género, así como con la protección de la diversidad biológica, conservación y uso sostenible del agua, los bosques y el consumo y producción sostenibles.
  • Establezca vías permanentes para el intercambio, comunicación y apoyo mutuo entre los países de la región en materia de educación ambiental.
  • Estimule la articulación y sinergia entre las distintas iniciativas y proyectos existentes en materia de educación ambiental en la región
  • Promueva el desarrollo de una visión y una voz latinoamericana y caribeña en relación con la educación ambiental en el marco del desarrollo sostenible.

¿Cuáles son las actividades que espera realizar el PLACEA?

  • Fortalecer las capacidades institucionales para promover proyectos de largo plazo
  • Establecer espacios para la discusión conceptual y metodológica
  • Construir alianzas y redes
  • Fortalecer los mecanismos para la capacitación y actualización profesional
  • Articular y sistematizar las distintas iniciativas existentes en la región en materia de protección ambiental y educación ambiental
  • Producir materiales documentales para el apoyo a los programas existentes

La historia del desarrollo del PLACEA
Es posible hacer un resumen de la historia del desarrollo del PLACEA a partir de los hitos representados por una serie de eventos que han venido ocurriendo desde el año 2000.
En el marco del III Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental realizado en Caracas, Venezuela en el año 2000 se realizó el 1er Simposio de Países Iberoamericanos en Políticas y Estrategias de Educación Ambiental. Este debatió una propuesta para la construcción de un Programa Latinoamericano en el tema de educación ambiental. En los resultados de este evento presentados en el documento llamado “Declaración de Caracas” se le solicita al gobierno de la República Bolivariana de Venezuela realizar las gestiones para proponer un Programa Latinoamericano y del Caribe de Educación Ambiental.
La República Bolivariana de Venezuela presenta en el IV Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental realizado en La Habana, Cuba en el año 2003 una propuesta de Programa. Este aprobado y se le solicita a Venezuela que realice la presentación del PLACEA ante la reunión del Foro de Ministros del Ambiente de América Latina y el Caribe.

Ese mismo año, la XIV Reunión del Foro de Ministros del Ambiente de América Latina y el Caribe. Panamá aprobó la propuesta del PLACEA y reconoció la importancia de la educación ambiental en el logro de los objetivos de la Iniciativa Latinoamericana y Caribeña para el Desarrollo Sustentable (ILAC)
En el año 2004 se realiza la I Reunión de Especialistas en Gestión Pública de la Educación Ambiental de América Latina y el Caribe en la Isla de Margarita, Venezuela. En esta reunión se aprueba la estructura organizativa del PLACEA.


En el 2006 se realiza la II Reunión de Especialistas en Gestión Pública de la Educación Ambiental de América Latina y el Caribe, en el marco del V Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental en Joinville, Brasil. En esta reunión se hizo seguimiento al Programa y se establecieron actividades a ser realizadas en el año 2007.

A partir de este año el Foro de Ministros del Ambiente de América Latina y el Caribe designó a Brasil como coordinador del PLACEA

13 feb. 2008

Revitalización del PLACEA

Muy importante para nuestro proceso de fortalecimiento de la educación ambiental en Latinoamérica es la decisión que acaba de tomar el Foro de Ministros de Medio Ambiente de América Latina y el Caribe.

Este evento se realizó en Santo Domingo, República Dominicana entre el 27 de enero y el 1 de febrero pasados.

En esa ocasión el Gobierno de Brasil llevó una propuesta para el fortalecimiento de la educación ambiental en la región y en particular a través de la revitalización del Programa Latinoamericano y del Caribe de Educación Ambiental (PLACEA).

Esta propuesta fue acogida por los gobiernos presentes y quedó plasmada en la en las decisiones tomadas en ese Foro (Informe Final del Foro. Decisión 11. Disponible en: http://www.pnuma.org/forodeministros/16-repdominicana/rdm04nfe_ProgramaGeneraldeActividades.pdf)

Le transcribo, los que son a mí entender los puntos más importantes de esta decisión, adicionalmente resalto los aspectos más interesantes de cada punto.


1. Fortalecer el carácter promotor, articulador y coordinador de la Red de Formación Ambiental en apoyo al proceso de educación, capacitación y formación ambiental en los países de la región, particularmente el desarrollo de las actividades del PLACEA (y de otros programas subregionales asociados), así como el establecimiento y desarrollo de Redes Nacionales de Educación y Formación Ambiental.

(...)

6. Continuar apoyando la organización de los congresos y seminarios nacionales, regionales y subregionales de Educación Ambiental, y en particular el VI Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental y la Conferencia Internacional Infantil y Juvenil de Medio Ambiente con el propósito de desplegar acciones a favor de la educación ambiental y fomentar la cooperación iberoamericana en este campo.

9. Asignar al Gobierno de Brasil la conducción del PLACEA durante el bienio 2008-2009, en coordinación con ORPALC.

10. Reiterar la solicitud al PNUMA y al CTI para que identifiquen y gestionen recursos financieros, de acuerdo con sus mandatos específicos y los contenidos en la ILAC, para apoyar la implementación del PLACEA.

11. Apoyar el desarrollo del Plan de Acción y las actividades del PLACEA, orientándolo hacia el impulso y fortalecimiento del desarrollo de capacidades nacionales, especialmente considerando los temas prioritarios identificados por el Foro en el marco de la ILAC, así como los acuerdos de Johannesburgo y los objetivos de desarrollo del milenio, a través de la educación formal e informal.

12. Exhortar a los ministerios del ambiente de los países a reforzar las unidades de educación ambiental y participación ciudadana, a fin de que puedan contar con los recursos humanos y financieros necesarios para cumplir los objetivos y el programa bienal de actividades del PLACEA.

13. Realizar un taller de trabajo con participación de los representantes de los Puntos Focales Nacionales de la Red de Formación Ambiental de la región durante los primeros meses del 2008 con el objeto de definir el Plan de Acción Regional del PLACEA (2008-2009) así como los planes subregionales, y las estrategias que permitan la implementación del mismo.

14. Impulsar la conformación de un programa subregional de educación ambiental, atendiendo a los grupos de interés, incluyendo, inter alia, tomadores de decisión, los sectores público y privado así como la sociedad civil, los países caribeños de habla no hispana, y su integración al programa regional del PLACEA.

15. Avanzar en la promoción de nuevas estrategias de educación (incluyendo la tecnología digital) que potencien los procesos participativos de construcción social de conocimientos y saberes ambientales, en especial aquellos arraigados en las comunidades más pobres y otros grupos tradicionalmente excluidos, que permitan el intercambio de experiencias y el diálogo de saberes, reconociendo su contribución a la conservación de la naturaleza y la sustentabilidad socioambiental, y promoviendo su articulación con las acciones de gestión ambiental de los países de la región.

16. Promover mecanismos de coordinación para la educación ambiental de carácter regional, subregional y nacional.

30 ene. 2008

Ahmadabad – Los últimos

Llegado a estas fechas (21 al 27 de enero) nos convencemos de que esto va a ser y debe ser una discusión larga y compleja, y que necesariamente tiene que participar un gran número de personas. Por lo que el sistema de enviarnos correos con cada vez más direcciones no funciona. En esta fecha decidimos establecer un grupo de Internet G-IDEA@googlegroups.com y pasar toda la discusión a éste. Mientras el procesos continuaba nos llegó información sobre el VI Iberoamericano de Educación Ambiental.

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El día 21 se hace la propuesta de establecer el grupo y organizar la discusión:

Estimad@s amig@s,

Como todos ustedes saben, desde el pasado mes de diciembre se está realizando a través del correo electrónico un importante y productivo proceso de reflexión sobre la situación de la educación ambiental en América Latina a la luz de los resultados de la conferencia de Tblisi+30 realizada en Ahmadabad, India en noviembre pasado.

Ahora bien, este proceso corre el riesgo de perderse debido a que el mecanismo de discusión e incorporación de nuevos participantes se está agotando.

Por una parte por razones técnicas, ya que simplemente estamos adicionando direcciones de correo electrónico a una ya larga lista de más de ochenta direcciones. Lo que lo hace inmanejable por la mayor parte de los servidores que se les hace difícil el envío de tantas direcciones y por otra parte tienden a considerar “spam” (correo basura no deseado) los mensajes dirigidos a múltiples participantes. Ya es un hecho que se han perdido mensajes y que algunos de los participantes de este proceso de discusión se han quejado de que no pueden enviar mensajes al grupo o no reciben algunos de éstos.

Por otra parte, durante este período entre el 17 de diciembre del año pasado, en que el Prof. Benayas envío su informe sobre sus percepciones de la Conferencia de Ahmadabad, hasta el día de hoy 21 de enero de 2008, he recibido más de setenta mensajes relacionados con ese tema.

Esos mensajes contienen importantes reflexiones y propuestas que deberían servir de semilla para el desarrollo de puntos de vista consensuados que sirvan para el desarrollo de propuestas de acción colectiva.

A pesar de ello, estos mensajes se acumulan frecuentemente sin respuestas a sus planteamientos, ni continuidad, ni desarrollo de conclusiones. Por lo que muchas de estas ideas pudieran perderse. Adicionalmente corremos el riesgo de que pasada la efervescencia inicial esta discusión simplemente se diluya.

He estado resumiendo los correos que me llegan en mi blog (www.forotuqueque.blogspot.com) donde ustedes podrán consultar los planteamientos que han llegado hasta ahora. A pesar de ello el método es lento y no promueve la participación, por lo que no resulta práctico.
En función de lo anterior y en consulta con varios de los compañeros les planteo las siguientes acciones:

- La apertura de un grupo de discusión en Internet. Este mecanismo podría solucionar los problemas técnicos que tenemos. Anexo encontrarán un listado con todos los que hasta ahora han participado de alguna manera en la discusión, por favor revísenlo y háganme saber cualquier sugerencia al respecto. Todos los miembros de esa lista, recibirán una invitación a participar en el grupo. Por favor suscríbanse a éste y sugieran a las personas que ustedes consideren que pueden aportar que también lo hagan. Después de varios intentos fallidos de conseguir un nombre que no hubiese sido usado previamente o se prestara a confusiones por su similaridad con la de otros grupos, hemos seleccionado el nombre de “Grupo Iberoamericano de Discusión en Educación Ambiental” (G-IDEA) Sí este nombre resulta inadecuado por cualquier razón por favor háganmelo saber.

- La Constitución de Grupos de Tareas. Es decir definir áreas de trabajo, con responsables y productos a ser alcanzados en un tiempo definido. Al revisar las propuestas recibidas, podemos considerar los siguientes grupos que ya fueron propuestos por diferentes personas:

Creación de una Asociación de Educadores Ambientales Iberoamericana (Propuesto por Germán Rodríguez y que debería ser coordinada por él) Este sub-grupo, comité, o como quiera ser llamado tendrá como objetivo, a partir de las ideas propuestas por Germán, organizar e implementar la Asociación.

Elaboración de una carta de reflexiones sobre tendencias de la EA en Iberoamérica destinada a organismos internacionales –principalmente UNESCO y PNUMA (propuesto por Javier Benayas) Este “Comité” tendría como objetivos elaborar una serie de documentos sobre la posición de Iberoamérica en relación con la EA y la EDS. Estos documentos serían discutidos y validados en los eventos propuestos en la discusión (Guanajuato, Barcelona y/o VI CIEA) El grupo podría ser coordinado por el mismo Javier Benayas.

Elaboración de un listado de propuestas estratégicas dirigidas a los gobiernos de la región (Ministerios de Educación y Medio Ambiente) en relación con las políticas públicas de educación ambiental en la región (Propuesto por Marcos Sorrentino). Tal como Marcos lo ha propuesto, incluiría la revitalización del PLACEA y el fortalecimiento de las políticas públicas educativas frente a los desafíos del cambio climático global y las otras amenazas ambientales. Igualmente, esta debería ser coordinada por su proponente.

Otros que ustedes quisieran proponer.

El resto de los participantes nos uniríamos a alguno de los grupos, de tal manera de lograr los resultados con la máxima participación, reflexión y eficacia posible.

Por favor háganme saber su opinión al respecto de estos planteamientos,

Un gran abrazo,

Alejandro Álvarez Iragorry



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Siempre el ciberespacio haciendo trucos nos hizo que nos llegara con retrazo y de rebote un mensaje enviado por Faustina – Onaney – Varela desde la República Dominicana


Hola todos mis colegas espero que este nuevo año este lleno de salud y prosperidad y sobre todo de exitos y logros de grandes retos para la E.A. quiero desde Rep. Dom. aportar mis ideas con relacion a lo que se esta planteando estoy muy de acuerdo en que se forme una asociacion Iberoamericana de educadores ambientales libres de las ataduras gubernamentales pues esto permite aumentar la lista con personas que podrian hacer mucho por la E. A. en ibero.

Tambien estoy de acuerdo con el comité para planificar y agilizar ;todo este proceso que propone Germán, pero creo que Edgar debe formar parte de ese comité. Por otro lado coincido con Javier Benayas sobre elaborar propuestas de base de discusión pienso que esas propuestas deben estar enlazadas con intereses políticos y gubernamentales referentes a la problematica y tema ambiental en el caso nuestro y de muchos países de AL y el Caribe la educación para los desastres naturales es ahora una prioridad y en eso debemos estar los educadores ambientales como abanderados.

ES importante que se defina la situación de la celebración del V1 Ibero porque en estos momentos no podemos darnos el lujo de no sentarnos a discutir esas tres preguntas que nos invita Edgar a reflexionar y yo agregaría una 4ta.: Como estamos asumiendo nuestros compromisos personales.

En fin, sigamos con esto lo necesitamos. un abrazo

Faustina Varela - Onaney.



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Finalmente el 23 de enero Nana Minnini nos hace llegar noticias sobre el Iberoamericano de Educación Ambiental.

Estimado Joaquin y Colegas: como prometí estoy enviando noticias de Argentina a respecto del VI Congreso Iberoamericano de EA, Argentina de ninguna manera declinó ser sede del Congreso.

Aunque dados los retrasos, cambio de gobierno etc., "nos vemos obligados a a postergarlo para abril del 2009." Los responsables informan que Argentina estará llevando al Foro de Ministros de MA en la República Dominicana, que se inicia el domingo, esta propuesta.

"Espero tener más precisiones hacia fin de mes o principio del próximo. Una vez las tenga comenzaré a participar del grupo de discusión.".

Un abrazo a todos

Nana


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29 ene. 2008

Ahmadabad – 21 de enero

Producto de la inminencia del inicio del XVI Foro de Ministros de América Latina y el Caribe (Santo Domingo, República Dominicana del 27 de enero al 01 de febrero) Marcos Sorrentino de Brasil nos envía la propuesta de fortalecimiento del Programa Latinoamericano y Caribeño de Educación Ambiental (PLACEA) que Brasil lleva al mencionado Foro.

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Estimados(as) Amigos(as),

Encaminhamos a vocês a mensagem abaixo, que foi enviada aos responsáveis pela educação ambiental nos Ministérios de Ambiente da América Latina e Caribe, a respeito da revitalização do PLACEA.

Gostaríamos de conhecer a opinião e posição dos educadores e educadoras ambientais ibero-latino-americanos(as) e caribenhos a respeito desta proposição.
Saludos,

Marcos

Estimados(as) Educadores(as) Ambientais Latino-Americanos(as) e Caribenhos(as),
Fruto de articulações iniciadas em 1992 entre educadores(as) ambientais, o lançamento em 2005 do Programa Latino-americano e Caribenho de Educação Ambiental (PLACEA), na XV Reunião do Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e Caribe, representou um marco histórico e referencial na região, além da esperança de concertação e integração regional, pautada por valores, princípios, objetivos e estratégias de ação, em que a identidade e diversidade latino-americanas foram reconhecidas e valorizadas, somando-se à Iniciativa Latino-americana e Caribenha para o Desenvolvimento Sustentável (ILAC).

A relevância do PLACEA e os esforços iniciais da República Bolivariana da Venezuela para sua implementação exigem que suas conquistas sejam consolidadas, principalmente no que diz respeito à legitimação política e ao intercâmbio e cooperação regional. Muitas ações tem sido desenvolvidas no âmbito de cada país e mesmo conjuntamente por alguns países, sem que, no entanto, haja uma interlocução regional ampla como a proposta pelo PLACEA.


Na 4ª Conferência Internacional de Educação Ambiental, em Ahmedabad, Índia, foi amplamente ressaltado o papel urgente da educação ambiental para o enfrentamento das mudanças ambientais globais, no marco da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, instituída pelas Nações Unidas. A identidade e experiência latino-americana da educação ambiental, com forte componente social e emancipatório, pode potencializar e qualificar a educação para o desenvolvimento sustentável proposta pela Década.

Nesta Conferência foi possível também reconhecer a ínfima presença de representantes de países da América Latina e Caribe. Esse fato pode ser um indicador da fragilidade regional latino-americana e caribenha para a participação e posicionamento em espaços internacionais de interlocução, nos fazendo refletir sobre quais os desafios que contribuem para isso e quais os caminhos poderíamos propor para enfrentá-los.

O caminho que nos parece dos mais relevantes para superar esse cenário é a reafirmação do PLACEA. Nesse sentido, gostaríamos de afirmar o interesse e disposição do Órgão Gestor da PNEA do Brasil em contribuir solidariamente com esse processo de fortalecimento regional nos colocando à disposição para participar da coordenação do próximo período de gestão do PLACEA, entre 2008 e 2010.

A implementação descentralizada e participativa da Política e do Programa Nacional de Educação Ambiental, que levou atualmente a proposição do Sistema Nacional de Educação Ambiental; a experiência adquirida com o desenvolvimento de conexões com os países africanos de língua portuguesa; a organização da quinta edição do Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental, que abrigou a 2ª Reunião de Especialistas em Gestão Pública da Educação Ambiental na América Latina e Caribe; e a participação em eventos e espaços internacionais de recomendação e tomada de decisão na área das políticas ambientais e da educação ambiental nos motivam a essa contribuição na coordenação do PLACEA.

É importante salientar ainda outros importantes elementos a considerar: a continuidade política do governo Lula, que se encontra no início do segundo mandato que prossegue até 2010, a diretriz da política externa brasileira que prioriza o fortalecimento das relações na América Latina e Caribe, e o apoio político dos Ministérios do Meio Ambiente, da Educação e das Relações Exteriores para o fortalecimento do PLACEA.

A proposta brasileira para a coordenação do PLACEA no período 2008-2010, além evidentemente de envolver o diálogo democrático junto aos países para selecionar um conjunto de ações para uma plataforma de trabalho, aponta a título sugestivo, alguns pontos a considerar:

* elevar o grau de legitimidade política do PLACEA na América Latina e Caribe e nas demais regiões do planeta;

* elevar o grau de institucionalização do PLACEA em cada país, incluindo o estímulo à participação dos Ministérios de Educação e a criação de um índice de institucionalização da educação ambiental na América Latina e Caribe;

* organizar o funcionamento do PLACEA e de suas instâncias de execução;

* rever as atividades indicadas para as várias instâncias do PLACEA no documento base e nos encaminhamentos da 1ª e 2ª reuniões;

* fortalecer e potencializar as redes de diálogo entre educadores ambientais da região;

* atualizar o exame sobre o estado da arte da educação ambiental nos países da região;

* articular iniciativas sub-regionais e projetos bilaterais e multilaterais na região;

* articular e concertar em âmbito regional a implementação crítica da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, de acordo com a identidade latino-americana da educação ambiental;

* participar das instâncias decisórias sobre políticas e programas internacionais em educação ambiental representando a região latino-americana e caribenha.

O Governo brasileiro, representado pela Ministra de Estado de Meio Ambiente, apresentará a presente proposta para apreciação no Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e Caribe, em sua XVI Reunião, para que seja possível dar continuidade ao PLACEA no esforço compartilhado para sua implementação como instrumento de cooperação, integração e fortalecimento regional.

Gostaríamos de conhecer a opinião e posição dos educadores e educadoras ambientais latino-americanos(as) e caribenhos a respeito desta proposição. Aproveitamos a oportunidade para solicitar-lhes que dialoguem com os representantes do Ministério de Meio Ambiente de seu país que participarão da XVI Reunião do Foro de Ministros de Meio Ambiente no sentido de apoiarem o debate e a revitalização do PLACEA.

Saludos,

MARCOS SORRENTINO
DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE DO BRASIL


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23 ene. 2008

Ahmadabad – 16 al 19 de enero

Seguimos reseñando los mensajes recibidos como consecuencia de la discusión sobre el futuro de la educación ambiental latinoamericana a la luz de los resultados de la Conferencia de Tblisi+30. En estos días la mayor parte de los mensajes se concentran sobre discutir y analizar el mensaje de Pablo Sessano:

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El día 16 Edgar nos remite una invitación a participar de una encuesta sobre educación y medio ambiente:

Apreciados todos,

Desde la revista Educación y Sostenibilidad estamos realizando una encuesta dirigida a todos los lectores para conocer vuestra opinión como a profesionales del ámbito de la educación y/o el medio ambiente.
Os agradeceríamos mucho que rellenaseis este breve cuestionario antes del día 23 de enero, no tardaréis más de 3 minutos y para nosotros será de gran ayuda en cuanto a la incorporación de mejoras en los futuros números de la revista.

Podéis acceder a la encuesta clicando sobre los siguientes links:
Encuesta en español:
http://emsu.org/survs/index.php?sid=65859&lang=es
Encuesta en catalan: http://emsu.org/survs/index.php?sid=65859&lang=ca
Muchas gracias y un saludo


Heloise Buckland
Coordinadora RCE Barcelona

Centre per a la Sostenibilitat (CITIES)
Universitat Politècnica de Catalunya
Edifici TG - Campus Nord
C/Jordi Girona, 31
08034 Barcelona - Spain
Tel. +34 93 40 54373
heloise@rce-barcelona.net
www.rce-barcelona.net

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El 17 de enero David Solano reacciona frente al mensaje-reflexión de Pablo Sessano:

Yo creo que es necesario un pronunciamiento oficial sobre cual es la situación del VI Ibero. Recuerdo que en Joinville fue un debate muy grande sobre quien debia organizar el Ibero, postularon España y Argentina y los países de América respladamos a Argentina para organizarlo. Aunque en ese tiempo el suscrito era representante de mi pais (Peru) y ahora no, creo que todos los educadores ambientales necesitamos saber que pasará este año, si tendremos el VI Ibero o es necesario que otro pais asuma el reto de su organizacion.

Solicito a nombre de los educadores ambientales de Peru, que vemos con expectativa este evento, que se nos aclare como y cuando se realizara este evento.

David Solano

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Igualmente Germán nos remite un comentario sobre el análisis de Pablo Sessane:


Estimados amigos:

Ya estaba preocupado por el silencio que se había dado esta semana en nuestro debate, afortunadamente el movimiento continúa y no debemos dejarlo morir.

El análisis de Pablo Sessano es muy bueno pero preocupante. Hace reflexionar sobre la realidad de la educación ambiental en muchos de nuestros países, una realidad que solo unidos podemos pretender cambiar.

No podemos ser simples espectadores, ¡hágamos algo!

Un gran abrazo para todos.

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Por su parte, Faustina Varela de República Dominicana el día 18 se une y opina sobre las propuestas que han sido colocadas sobre la mesa:

Hola todos mis colegas espero que este nuevo año este lleno de salud y prosperidad y sobre todo de exitos y logros de grandes retos para la E.A.

Quiero desde Rep. Dom. aportar mis ideas con relacion a lo que se esta planteando estoy muy de acuerdo en que se forme una asociacion Iberoamericana de educadores ambientales libres de las ataduras gubernamentales pues esto permite aumentar la lista con personas que podrian hacer mucho por la E. A. en ibero.

Tambien estoy de acuerdo con el comite para planificar y agilizar todo este proceso que propone German, pero creo que Edgar debe formar parte de ese comite Por otro lado coincido con Javier Benayas sobre elaborar propuestas de base de discusion pienso que esas propuestas deben estar enlazadas con intereses politicos y gubernamentales referentes a la problematica y tema ambiental en el caso nuestro y de muchos paises de AL y el Caribe la educacion para los desastres naturales es ahora una prioridad y en eso debemos estar los educadores ambientales como abanderados. Es importante que se defina la situacion de la celebracion del VI Ibero porque en estos momentos no podemos darnos el lujo de no sentarnos a discutir esas tres preguntas que nos invita Edgar a reflexionar y yo agregaria una 4ta. Como estamos asumiendo nuestros compromisos personales. En fin sigamos con esto lo necesitamos.
un abrazo


Faustina Varela

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Posteriormente el día 19 Hernán desde Uruguay continúa con el tema planteado por Pablo Sessano sobre la situación en Argentina:

Estimados/as:

Coincido con David en cuanto a que necesitamos una definición rápida sobre el VI congreso. En ocasión del congreso en Joinville se planteó una fuerte pulseada entre Argentina y España para órganizar el VI congreso, ganando Argentina por poco. Lo cual significa que logró el apoyo de varios de nuestras delegaciones. Asumió la responsabilidad de la organización. Es elemental que ahora alguien asuma la responsabilidad de comunicar que está sucediendo. Si no lo pueden organizar, entonces que lo comuniquen de inmediato. Y si lo van a organizar, por lo menos que divulguen la información básica que ya tienen, las decisiones que se han tomado como por ejemplo, quiénes organizan, cuándo y dónde ser hará.

Atento a lo dicho por Pablo parece que será muy difícil que Argentina lo organice. El problema inmediato que tenemos es que, mientras no haya una comunicación oficial desde Argentina, será imposible avanzar en una estrategia específica.

El otro problema es que no visualizamos con claridad a ninguna autoridad en Argentina como responsable de la organización. De cualquier manera hace unos días le hice la consulta sobre la organización del VI congreso a Carlos Galano, pero aún no he recibido respuesta.

Seguiremos atentos.

Saludos,

Hernán Sorhuet

20 ene. 2008

Ahmadabad – 15 de enero

El día 15 nos encontramos con reflexiones y propuestas concretas y con mensajes perdidos:


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En un mensaje que se había extraviado en el ciberespacio y que fue enviado por Germán Rodríguez desde el día 13, este compañero hace un esfuerzo importante de síntesis y coordinación:

Estimados amigos:
En atención a sus solicitudes de incorporación de nuevos colegas, he dedicado todo el tiempo que me ha sido posible a este requerimiento. Adjunto un nuevo listado elaborado el día sábado 12 de enero a las 22:20 horas.
Me habría gustado incorporar todas las direcciones enviadas, especialmente por nuestro buen amigo Edgar González, sin embargo encontré dificultades técnicas para hacerlo pues no me las aceptó el directorio. Veré si después es posible.


Yo podría tambien agregar tres grupos organizados grandes de Guatemala pero creo que aún no es conveniente por las siguientes razones:

Muy, pero muy pocos conocen de los antecedentes de la educación ambiental en América Latina.
Incorporarlos en el debate, tal como está, entorpecería y volvería lento el mismo, además de generar confusiones.

Aún queda por resolver problemas técnicos para manejar un grupo demasiado grande.

En virtud de lo anterior creo que es necesario que nos organicemos primero con un comité directivo provisional que establezca el mecanismo electrónico más adecuado para el propósito que buscamos y contextualice el debate para aquellos que tienen relativamente poco tiempo de estar involucrados en el campo de la educación ambiental, para orientar el mismo.

Lo anterior debería tener como base, entre otros, tanto los comentarios de Edgar González como los de Javier Benayas. Alejandro creo que dispone ya de alguna información derivada del debate y podría apoyarse también en Enrique Leff, Joaquim y algunos más.

Habría también que plantear algunas preguntas que generen y orienten el debate. Pera ello, debiéramos partir de lo que han sugerido tanto Javier como Edgar y otros más:

¿Cuáles han sido nuestros errores y nuestros aciertos en el terreno de la educación ambiental?
¿Qué aspectos clave hemos descuidado u olvidado?
¿Qué hay que cambiar, o cómo pasar a la "segunda lección"?
¿Cómo pasar de ser simples expectadores de procesos políticos y sociales que se están dando, a un papel más activo que nos permita incidir de alguna manera en los mismos, fortaleciendo la educación ambiental?
¿Cómo generar un mecanismo ágil de comunicación e intercambio de experiencias tanto entre las diferentes redes existentes ,como entre los educadores ambientales de Iberoamérica?


--En síntesis, ¿cómo fortalecer el campo de la educación ambiental?

Como comentario final, pienso que la educación ambiental ha perdido el rumbo y que se ha reemplazado el enfoque holístico, por los distintos sesgos que se le ha dado y que responden a intereses económicos, políticos o ideológicos en donde los valores no son la prioridad.

Por otra parte, los esfuerzos en materia de educación ambiental han sido dispersos y en muchos casos la coordinación y cooperación interinstitucional ha brillado por su ausencia. Tampoco ha tomado en cuenta aspectos sociales y antropológicos y ha sido más prohibitiva que una educación que brinde alternativas a las necesidades de las comunidades más pobres.

Un saludo cordial para todos.

Germán I. Rodríguez Arana


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El día 15 a través de Javier Benayas nos llega unos comentarios y recomendaciones de Susana Calvo de España:

Javier, gracias por tus comentarios sobre Ahmelabad, no puedo decir que me sorprendan, estuve en Tesalónica y la verdad nunca sabías quién hablaba de qué dónde y no hubo ningún espacio para discutir el documento que salió de allí. Los del Centro de Educación Ambiental han participado bastante en la CEC, y su forma de trabajo es bastante tradicional. Yo creo que efectivamente la nueva denominación ha generado más oportunistas e inventores de la rueda, pero no creo que haya que asumir una posición defensiva, sino, efectivamente, promover espacios y documentos para un debate crítico de mayor alcance.

Como no hay noticias del próximo Ibero en Argentina, quizá podríamos pensar en la oportunidad que significa el próximo Congreso Mundial de UICN, que se va a celebrar en octubre en Barcelona. De hecho, puede ser más sencillo aprovechar un evento que ya está en marcha y al cual, creo, que muchos de nosotros pensamos asistir que organizar en el mismo año otro. De hecho, dentro del programa hay una sesión (o un Taller, no lo se bien) de la EA lusófona, o sea que parte de los de la red Ibero ya estarían allí.

Quizá se podría pensar en organizarlo unos días antes o unos días después, y durante el Congreso participar en las actividades del Congreso. Y desde luego, llevar las cosas ya preparadas, porque sino no servirá.

Susana Calvo

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El mismo día se incorpora Ana Patricia Noguera desde Colombia a la discusión con un enfoque crítico de la situación de la educación ambiental en Colombia y la región:

Muy recordado Germán:

Ante todo, mil gracias por tu mensaje. Yo te busqué en Guatemala, nos vimos en una cafetería, no sé si me recuerdas, soy colombiana y vengo trabajando en la consolidación de la Red de Pensamiento Ambiental,(...)

De otra parte, creo que la Educación Ambiental en América Latina, especialmente en Colombia está muy orientada al Desarrollo Sostenible y eso me parece un grave error. El mandato de sostenibilidad del Desarrollo nos lo hacen los países del norte, que son los supuestamente desarrollados, para que nosotros sigamos conservando nuestros recursos (palabra que detesto, pero que es utilizada dentro del discurso neocolonial y dominante del desarrollo sostenible), para que no se les acaben a ellos, los países del norte. En Colombia, los proyectos ambientales escolares PRAES, que por ley toda institución educativo debe tener, se están reduciendo a proyectos sostenibilistas, y además de eso, esos proyectos deberían atravesar, trasversalizar el curriculum y esto no se ha logrado en el 95% de nuestros colegios y escuelas....los PRAES se les han entregado a los profesores de Ciencias naturales...cuando sabemos que uno de los principales escollos de la escuela es la escisión que el curriculum sigue haciendo entre ciencias sociales y ciencias naturales. Sabemos que los primero que tendría que hacer la Educación Ambiental, es ambientalizar la educación, es decir, que el ser humano comprenda que él es natutarela y que ésta es un sistema complejo de relaciones entre los ecosistemas y las culturas...pienso que evidentemente la Educación Ambiental está en crisis, como está en crisis el discurso sostenibilista. Creo que es hora de dar paso a una comprensión de que lo ambiental implica la emergencia de un pensamiento crítico político, porque lo ambiental es una trama de relaciones donde se toman decisiones, donde hay unos actores y unos escenarios que no se pueden separar.

Creo que es necesario un vuelco de la educación Ambiental, a la ambientalización de la educación, un reencantamiento de paideia, un reencantamiento del mundo.

Te envío también mi libro El reencantamiento del mundo: Ideas para la construcción de un pensamiento ambiental contemporáneo, publicado por el PNUMA y la Universidad Nacional de Colombia. Va en PDF. En él hay un capítulo, el segundo, donde expreso algunas de las ideas sobre ambientalización de la educación.

A las personas a quienes va copia de este correo, les envío también un saludo especial. Espero respuesta y comentarios del libro, y si están interesados en ingresar a la Red de Pensamiento Ambiental Nodo América Latina, pueden devolver la carta-borrador de intención que le estoy enviando a Germán, con su firma scaneada.

Va para todos un saludo afectuoso y mis deseos porque este año 2008, lo ambiental como ética y como nueva concepción del mundo y de nosotros mismos, siga permeando la vida cotidiana de todo el planeta.

Ana Patricia Noguera de Echeverri
,

18 ene. 2008

Ahmadabad – 13 y 14 de enero

Estos días son de organización y de urgencia. Los educadores ambientales iberoamericanos nos urgimos a pasar a la acción mediante alguna forma de organización:

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El día 13 María Enriqueta Medellín desde México nos recuerda no quedarnos únicamente en discusiones teóricas y avanzar hacia una EA que tenga sentido para la gente común:

Hola Germán:
No tengo el gusto de conocerte pero este esfuerzo me parece MUY necesario y coincido en los planteamientos.


Desde mi "humilde" visión de ONG, me parece que hay una enorme distancia entre los teóricos de la educación ambiental y el resto de la sociedad, aquélla que no sabe ni con qué se come esa educación, pero que día a día contribuye al deterioro ambiental.

En ese sentido, amén de que la discusión teórica debe continuar para seguir construyendo las bases de este campo, me parecería interesante hacer esfuerzos reales para conjuntar las experiencias y tratar de sistematizar una suerte de manualitos temáticos dirigidos a todos aquellos que quieren hacer algo.

Mucho discute mi queridísimo Javier Reyes a quien hasta "le da cáncer de riñón cada vez que escucha que quienes trabajamos en EA nos metemos con la basura" Sin embargo, para el común de la población, esa que ni de lejos ha pensado en su responsabilidad frente al medio ambiente, la basura es algo cotidiano y que genera un enorme problema tanto por agotamiento de recursos naturales, como por contaminacion. ¿No sería valioso entonces enfocarse por ejemplo en zonas urbanas a tratar de concientizar a la población en torno a este problema y buscar soluciones viables? Ciertamente lo mismo se puede hacer con el agua, el suelo, etc, pero lo que yo he vivido, es que, cuando abarcamos todos los temas, hacemos todo y nada.
En Conciencia Ecológica de Aguascalientes decimos que es más fácil dar una plática de educación ambiental que agacharse a recoger una cáscara de plátano.............. pero lo que va a resolver los problemas, es recoger l cáscara de plátano ¿no?.

En fin, seguramente algunos van a querer freirme en aceite de foca, pero esto lo comento con el afan de aportar una vision desde las ONG preocupadas por hacer acciones que resuelvan problemas puntuales. Espero de corazón que podamos encontrar un hilo conductor consistente y que qyude a contener esta locura de deterioro de nuestro planeta.

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El mismo día 13 Edgar González Gaudiano nos informa sobre un evento que se realizará en México el próximo mes de junio:

Estimados colegas, En mi anterior comunicación les hablé de un evento que se prepara en México, para discutir los avances desde Tbilisi, algo así como Tbilisi + 31. Bueno, pues el evento que se ha planteado en la forma de Foro Iberoamericano se celebrará en la ciudad de Guanajuato, y la fecha propuesta es el 12, 13 y 14 de junio. Los objetivos que se propusieron en una reunión celebrada el 23 de octubre fueron:

Objetivos del Foro

Desarrollar un balance de la trayectoria del campo de la EA desde la Conferencia Intergubernamental de Tbilisi a la fecha, destacando especialmente los discursos que han pretendido hegemonizar el campo, así como la visibilidad política del gremio de los educadores ambientales.

Analizar la inserción y posicionamiento de la EA en el espacio de las instituciones gubernamentales, tanto educativas como ambientales, así como en el territorio epistemológico de las disciplinas contemporáneas.

Discutir las perspectivas del campo de la EA de cara al Decenio de las Naciones Unidas de la Educación para el Desarrollo Sustentable y los nuevos desafíos de la crisis ambiental.

Yo le pedí a Shafía Súccar que proporcionara esta información, pero por alguna razón no recibío mi mensaje, así que ahí les va. Se reciben sugerencias, la luz de lo que se ha venido comentando. Un fuerte abrazo.

Edgar González Gaudiano

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El lunes 14 Javier Benayas le contesta a Enrique Leff en relación con el desarrollo del VI Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental

Enrique, gracias por la información. Me parece excelente que se pueda concretar la posible celebración del VI Ibero en Argentina, incluso si es el año próximo. Pero creo que sería importante no parar la energía que se ha generado en esta lista y comenzar a trabajar progresivamente para elaborar borradores de documentos que pudieran servir como propuestas de base para ser discutidas y aprobadas de forma definitiva en el VI Ibero. Si no hacemos esto nos encontraremos de nuevo en Argentina con las manos vacías sin capacidad para elaborarlos sobre la marcha.

Un saludo

Dr.Javier Benayas del Alamo

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El mismo día Joaquim Ramos Pinto desde Portugal nos alerta sobre los eventos que ocurrirán en el 2009:

Estimados Amigos

También estoy de acuerdo que no se puede parar con este movimiento que surgió de manera natural por lo que es necesario empezar a sistematizar los temas planteados y reorientar puntos de debate caso contrario puede desgastar a la gente sin la definición de objetivos.

Igual que me parece excelente la posibilidad de celebración del VI Ibero en Argentina pero hay que tener en cuenta que 2009 ya cuenta con dos grandes momentos para la Educación Ambiental.

» 5º Congreso Mundial de Educación Ambiental, Montreal, del 10 al 14 de mayo del 2009.

» II Congreso Lusófono de Educación Ambiental, Cabo Verde (en data a definir) probablemente Julio del 2009.

En este momento eres importante tener alguna información de alguna de las personas de Argentina que están dentro del VI Ibero para poder dar una información de cómo va el tema.
Es posible que Enrique Leff pude hacer esta puente???

También incorporo en esta lista: Pablo Meira (Galicia), Marilia Torales (Brasil), Miguel Ángel Arias (México – su nuevo e-mail), Susana Calvo (Madrid). Hay muchas otras personas que deberían estar en esta discusión.

Con respecto al seguimiento eres importante que German o otra persona con disponibilidad pudiera organizar / sistematizar los puntos en debate para la definición de donde estamos, para donde queremos seguir y como queremos seguir.

Con respecto a la comunicación eres importante definir una lista de comunicación. Podemos utilizar lista yahoo creada para el V Ibero -
http://br.groups.yahoo.com/group/5ibero_Tematica/ y el correo electrónico es 5ibero_Tematica@yahoogrupos.com.br – para eso hay personas que falta incluirlas.

También se puede crear una nueva lista o utilizar un espacio de NERREA Investiga o otros medios pero es necesaria alguna definición - o no!! Se puede hacer circular la información y seguir delante.


Saludos
Joaquim Ramos Pinto


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Igualmente Enrique Leff desde México sigue con los comentarios sobre las posibilidades de realización del VI Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental.

Caro Joaquim,

Bienvenido y gracias por tus informaciones sobre los dos importantes eventos de EA programados para 2009. Habrá que tomar eso en cuenta, ya que muy probablemente el VI congreso deba realizarse no antes del 2009 por los retrasos que tenemos. Estoy intentando hacer el puente con los amigos argentinos para resolver cuanto antes su posición. Tengamos un poco más de paciencia, ya que las comunicaciones y acuerdos con y en Argentina son particularmente difíciles durante el mes de enero en el que todo mundo está de vacaciones.

Saludos,

Enrique

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El mismo 14 Germán desde Guatemala nos envía una propuesta organizativa:

Estimados amigos:
Tal como lo prometí hace un momento, someto a su consideración una nueva propuesta para la creación de la Asociación Iberoamericana de Educadores Ambientales, la cual considero que podría convertirse en aliada estratégica de NEREA Investiga.

Pueden hacer directamente todos los cambios que quieran en el documento.
Espero sus comentarios y su apoyo.


Cordialmente.


Germán I. Rodríguez Arana

ESTE DOCUMENTO PUEDE BAJARSE DE: http://docs.google.com/Doc?id=dhpdq4bw_5tb5trgd9


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Finalmente David Solano reflexiona sobre la trayectoria de la EA:

Un problema que he detectado en los educadores ambientales es no saber que queremos de la educación ambiental, cual es el papel que queremos que asuma en los proceso de desarrollo de nuestros pueblos. Si en eso no estamos de acuerdo, será dificil avanzar.

Y en base a esa respuesta, por que no hemos logrado esa imagen objetivo

Ahí creo que hay dos preguntas:

- Que papel debe asumir la educación ambiental en los proceso de desarrollo

- Por qué no ha logrado aún asumir ese papel.

Me parece que esa son dos preguntas de arranque. Si esto no está respondido, sera dificil avanzar en una vision común. Inlcuido el trabajo en un VI Ibero que realmente sirva al desarrollo de nuestros paises

David Solano

17 ene. 2008

Ahmadabad – 10, 11 y 12 de enero

Aunque los días posteriores al 9 fueron un poco más tranquilos, hubo propuestas y reflexiones importantes. No se pierdan la reflexión hecha por Pablo Sessane.

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El día 10 Selene Agustín desde México insiste en la necesidad de organizar la discusión y evitar las discusiones circulares:

Hola a
tod@s que este nuevo año este lleno de sonrisas y muchos abrazos.

Con respecto a los comentarios tan interesantes generados, me parece que: el estar dandole vueltas al asunto, de que si Argentina será o no, creo que quien conozca a los directamente involucrados en el compromiso de la organización en Argentina, por simple solidaridad ya debio haber enviado o anexado a esta lista sus correos, o bien de manera directa pregunten y de esa manera se podrá avanzar para tener el sitio del VI congreso iberoamericano.
si ellos declinasen pues como segunda opción se encuentra Guatemala por lo que hasta este momento se ha dicho.

Por otro lado me parece interesantes las tres preguntas que se han generado de los comentarios de Edgar Gonzalez y de Javier Benayas, considero que iniciar una reflexión sobre estos temas como grupo, y continuarla en el congreso ayudaría a elaborar una postura muy bien digerida al final, sobre Si solo es un titulo la educación ambiental o tiene mucha profundidad para continuar luchando o bien cambiar por educación para el desarrollo sustentable. (Los análisis de lo que ha ocurrido hasta este momento nos permitirán darle luz a muchas inquietudes aquí planteadas y fortalecer la educación ambiental iberoamericana o dejarle morir)

Finalmente. La propuesta de Urbelina Perrufiño de hacer grupos de acuerdo a nuestros trabajo en educación ambiental permitirá, aparte de compartir y hacer enlaces, podria generar propuestas para el comité organizador que ayude a avanzar en la organización si es que se planea hacerse en este año. así mismo podría iniciarse la consolidación de la asociación iberoamericana de educadores ambientales

Fraternalmente.
Biol. Selene Agustín Serrano


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Por su parte Germán continúa actuando como recopilador de los correos de tal manera de realizar un directorio de participantes:

Estimados amigos:
Esta es la lista actualizada No. 2 realizada a las 17:38 horas del día jueves 10 de enero de 2008, para que la utilicemos en nuestros nuevos mensajes.
Hace falta la dirección correcta de Susana Calvo, de España. Si alguien la conoce, por favor agréguela. Me hago responsable de seguir actualizando nuestra lista.
Germán I. Rodríguez

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El día 12 Enrique Leff desde México avanza sobre el tema de aclarar sobre las posibilidades de realizar el VI Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental en Argentina:

De acuerdo Javier. Estoy en contacto con los amigos argentinos y lo he hablado tambien con Marcos Sorrentino. Con el asentamiento del nuevo gobierno en la Argentina y de sus instituciones, deberan reconfirmar su decisión de realizar el VI Congreso lo mas pronto posible y deberá establecerse un comite organizador nacional y otro internacional para definir la conducción de los trabajos de este VI Congreso.
Un fuerte abrazo,
Enrique

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Así mismo me llegó el siguiente mensaje de Pablo Sessano con la solicitud que se los hiciera llegar a todos ustedes (Como siempre las negrillas son mías):

Ante todo mis mejores deseos para ti en este año que comienza. Para mi y la gente que trabaja con migo, algunos de los cuales tu has conocido ha sido un año, el pasado, particularmente importante para el campo de trabajo y reflexion que compartimos y tu presencia en ese contexto muy significativa.

Respecto del debate al que me invitas a sumarme, estuve yo indagando sobre las condiciones en que se encuentra la organización del sexto congreso iberoamericano en argentina, dado que nos parecia muy importante poder realizarlo aquí por las circunstancias propias del país y por que, en mi opinion, la experiencia existente en argentina, es relevante solo que se encuentra fragmentada y desamparada. No se trata de una experiencia academica, ni predominantemente institucional, sino ligada las luchas ambientalistas nacionales que son muchas. El numero de experiencias de EA, muchas veces no conceptualizadas como tales, que docentes, ong, y organizaciones de la comunidad y algunos estados provinciales realizan es tambien importante y ha crecido en los últimos años. Por otro lado, la organización de un evento como el sexto iberoamericano serviría para mostrar la necesidad de consolidar el campo de la EA que en Argentina no es visualizado como tal casi por nadie. De hecho, salvo nosotros, nadie habla de "un campo". Quiero decir que aunque no tengamos por acá, un conjunto de iniciativas que dibujan un circuito por donde circula el debate y se delimita el campo, el debate existe y crece. Lamentablemente las instituciones académicas mas prestigiosas del pais permanecen al margen, diría paradójicamente, en la ignorancia! Y el gobierno nacional no solo no puede visualizar la inherente contradicción que existe entre el modelo de desarrollo que esta proponiendo y la preservación de los recursos, sino que el neo-desarrollismo liberal-populista que propone, incrementa tanto la crisis ambiental como los conflictos humanos, llevando su propia estrategia hacia la ingobernabilidad. La secretaria de ambiente y DS de la nación que no ha logrado restituir su rango de ministerio es una oficina de maquillaje verde. Tras esa pantalla y una retorica mejorada por la presidenta Cristina que invoco recientemente un viejo y anticipador discurso ambientalista de Peron (1974), se ocultan sistemáticas ventas de tierras ricas, de reservas de agua y concesiones mineras de terribles e irreversibles impactos ambientales. Ni hablar del monocutivo (soja mas que nada) principal fuente de ingresos del fisco, que dejara en el mediano plazo al granero del mundo sin autosuficiencia alimentaria. La argentina es también el primer o segundo productor de agricultura orgánica del mundo, pero la falta de una politica de proteccion de ese desarrollo, tanto como el de las energias alternativas esta generando que las corporaciones neutralicen ese avance. Creo que necesitamos ese congreso, para que se expresen todas las voces, para que se denuncien estas contradicciones y para que de una vez las instituciones educativas asuman el desafio de pensar el campo. A ver, no creo que del congreso resulte todo eso, pero si creo que puede ser un foro fuerte para llamar la atencion sobre esos puntos. El tema es quien lo organiza. La mencionada SAyDS lo ha abandonado y creo que ni ha pedido la prorroga que tenia entendido pediria. La gente de Ctera anda de capa caida y con contradicciones internas, propias del impacto fragmentador que el kitchnerismo ha tenido sobre sectores populares. La dificultad para identificar al enemigo ideologico con claridad ha desunido lo que la coyuntura mas critica habia unido, y convencer a los "aliados" es mas dificil que confrontar a los enemigos!!!

Pensando en las coyunturas Brasilera, uruguaya, chilena y de otros paises del cono sur, aunque con notables diferencias, coincido pues en que, en temas de gestion ambiental y EA hay un avance de los lineamientos de Johannesburgo sobre la experiencia popular que en argentina tiene cara de desarrollismo neoperonista.Y es necesario hacer algo, pero desde sectores academicos y sociales, una alianza que levante una voz fuerte que no ha sido levantada todavia.

Espero que podamos seguir dando la lucha y construyendo la auspiciosa experiencia que realizamos estos años en la provincia de buenos aires y desde allí poder impulsar el congreso. Pero creo que es necesario que el mismo y otros sean impulsados desde nuevas alianzas y desde otros sectores para romper la logica de la cooptacion y resignificacion de las luchas, iniciativas y motivaciones sociales.
Un abrazo

pablo sessano

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El mismo día 12 se incorpora a la discusión Olga María Bermúdez desde Colombia:

Estimados Colegas:
Nuestros mejores deseos para todos Ustedes en este nuevo año.

Desde la Red temática de Educación Ambiental Colombiana, nos unimos a la propuesta para hacer realidad la Asociación Iberoamericana de Educadores Ambientales que tanta falta nos hace, para lograr unir los esfuerzos dispersos y conseguir mejores resultados, tanto en nuestros países como en la región.
Estamos atentos a la confirmación del VI Congreso y a los trabajos que sea necesario adelantar para la preparación del evento. Igualmente estamos dispuestos a colaborar activamente para impulsar la Asociación.
Un afectuoso saludo desde Colombia,

Olga María Bermúdez Guerrero

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Finalmente ese día se incorporó a la lista Aracelis (Boli) Serrantes desde España:

Buena noche y Feliz Año

En España estamos constituyendo la Federación de Asociaciones de Educación Ambiental (La FEA) integrada por las asociaciones y Foros de prácticamente todas las Comunidades. Envío la propuesta al colectivo... para ir sumando

Beso. Boli


Ahmadabad – Más del día 09 de enero

Continuamos reseñando los mensajes que fueron enviados a la lista el día 09 de enero. En esta ocasión incluimos cuatro más de ese superproductivo día. Recordemos que esta cadena de mensajes se inició desde los primeros días de diciembre pasado cuando se abrió un debate regional iberoamericano sobre los resultados de la Conferencia de Ahmadabad y sus repercusiones en nuestra región. Igualmente recordamos que he ido resaltando los párrafos de cada mensaje que me han parecido más importantes.

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Siguiendo en el día 09 Edgar González Gaudiano desde México simplemente nos hace llegar su informe sobre sus impresiones acerca del Congreso de Ahmadabad:

Estimados colegas,En archivo anexo podrán encontrar mis aportaciones personales a estaimportante discusión.Saludos afectuosos y Feliz Año 2008.Dr. Edgar González Gaudiano

El archivo puede ser consultado en:
http://docs.google.com/Doc?id=dhpdq4bw_4mpb7qgfv

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Por su parte Jorge Morales desde España nos comenta:

Saludos y buen año para todos los y las colegas,

Enhorabuena por la iniciativa. Estando de acuerdo con lo planteado, quería destacar la propuesta de Belinda en el sentido de organizar grupos de trabajo según áreas o temas concretos; esto daría mayor efectividad al trabajo, independientemente de poder estar todos conectados al foro principal.

También sería interesante que alguien que entienda de esto cree un grupo, por ejemplo de Googlegroups, de forma que sea más práctico y no tener que escribir a todas las direcciones de correo.

Abrazos,
Jorge Morales

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Así mismo Javier Benayas comenta las propuestas realizadas por Enrique Leff:

Querido Enrique;

Me agrada tener noticias que parecen confirmar que los compromisos de organizar el VI Ibero en Argentina se mantienen. Me parece estupendo y creo que es prioritario respetar los acuerdos adoptados en cuanto al lugar de celebración. La propuesta de buscar sedes alternativas, quizás ha salido demasiado rápido en esta lista, pero solo era en el caso de que no se confirmara el compromiso de Argentina, pues las noticias que se han difundido por la red es que las personas que se comprometieron del Ministerio argentino ya no estaban y las nuevas no asumían el compromiso.

Creo que como se ha planteado en esta lista es necesaria una respuesta urgente por parte de Carlos Galano u otra institución argentina que confirme y concrete este compromiso en unas fechas y plan de trabajo concreto. Probablemente para el 2009, pues ya estamos a principios del presente año 2008 –año en el cual se debería convocar el Congreso- y aún no existe una propuesta sobre la que poder trabajar. Creo que no nos podemos permitir en estos momentos convocar una nueva reunión que no cuente con un trabajo previo serio e intenso de un grupo amplio de personas de diferentes ámbitos y países que permitan dar un impulso serio a la disciplina en la región.

Aunque la lista a la que llegan estos mensajes ya es amplia hay muchas mas personas que estarían dispuestas y encantadas para incorporarse para iniciar un trabajo como el que se esta planteando. Lo ideal es que ese trabajo previo se realice como preparación del VI Ibero, pero para ello es importante contar con una respuesta concreta de los organizadores para empezar a tejer esa red de grupos de trabajo previos al evento.

Un abrazo

Dr.Javier Benayas del Alamo
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Igualmente lo hace Germán Rodríguez desde Guatemala:

Querido amigo Enrique:

Interpretas muy bien la necesidad de crear la Asociación Iberoamericana de Educadores Ambientales como un mecanismo libre de constreñimientos institucionales de las redes más formales, como tú bien lo expresas, lo cual no excluye por supuesto la necesidad de fortalecer las redes institucionales existentes. Son dos partes de un todo. Agradezco tu apoyo y el de los demás colegas que se han pronunciado al respecto.

Creo que estamos en muy buen momento para darle vida a la Asociación y yo estoy dispuesto a ser el catalizador de este esfuerzo, con el apoyo de ustedes.

En cuanto al VI Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental, coincido totalmente contigo en que habrá que consultar a nuestros amigos de Argentina sobre su realización en ese país y apoyarlos, pues se trata de sumar, no de restar; pero como dice nuestro amigo Javier Benayas, es urgente que la situación se defina.

De todas maneras, paralelamente nuestro proceso de organización y de debate no debe ser interrumpido. Sugiero que se incorporen más nombres a nuestra lista para ir consolidando este movimiento.


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Y seguimos sumando con la importante presencia de Eloisa Trellez ahora desde México:

Queridos amigos y amigas, he seguido con mucho interés los temas sobre la asociación y la necesidad de que fortalezcamos los espacios de intercambio y debate. Cuenten con mi apoyo en todo este proceso.

Muchos de ustedes ya saben que me he trasladado de mi sede habitual en Perú a vivir a México por la amable invitación de la Universidad Autónoma de la Ciudad de México, para colaborar en la Maestría de Educación Ambiental. En ese sentido, me he permitido incluir en la lista a Rosa María Romero, coordinadora de la Maestría e investigadora de larga y fructífera trayectoria en este campo, a quien muchos de ustedes conocen y que puede aportar mucho en estas tareas que nos estamos trazando.

Esperemos que pronto se pueda aclarar la situación del Congreso y que los amigos argentinos nos cuenten como van sus acciones en ese sentido.

Un gran abrazo,

Eloísa
ELOISA TRELLEZ SOLIS

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Finalmente en este productivo día Hernán Sorhuet desde Uruguay nos hace las siguientes preguntas - reflexiones:

Estimados/as colegas:

Me alegra mucho este inesperado y fermental intercambio de ideas, experiencias y voluntades que se disparó hace unos pocos días.

Analizando los comentarios de Edgar y Javier sobre lo ocurrido en India y las inquietudes que compartimos muchos de nosotros, es evidente que el VI Congreso podría marcar un punto de inflexión en el presente y futuro de la E.A. en la región. Y deberíamos trabajar para que así suceda.

Son momentos cruciales en materia de definiciones trascendentales pues, como todo parece indicar, desde algunos sectores se están socavando las bases mismas de la E.A. No sabemos si la intención es "pasar borrón y cuenta nueva". Pero la región cuenta con una riquísima experiencia en el terreno de la E.A. -llena de acierto y errores; que es justamente donde radica su gran valor-; y debe continuar siendo el cimiento para construir la sociedad humana sustentable, justa y equitativa que todos procuramos.

Es de esperar que Carlos Galano nos confirme pronto que organizarán el congreso.
Mientras tanto me parece muy importante que concentremos nuestros esfuerzos en tratar de contestar esas tres preguntas fundamentales que plantea Edgar:

1.- ¿Cuales han sido nuestros errores y nuestros aciertos en el terreno de la E.A.? ¿Qué aspectos claves hemos descuidado u olvidado?
2.- ¿Qué hay que cambiar, o cómo pasar a la "segunda lección" -como expresa Javier?
3.- ¿Cómo fortalecer el campo de la E.A. en nuestros países y en la región?

Me parece muy buena idea utilizar el espacio de Nerea para nuestros futuros intercambios.
Espero que este movimiento se consolide en una fuerza que logre asegurarle a la E.A. el lugar que debe tener en la formación de nuestras sociedades.
Saludos;

Hernán Sorhuet