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6 mar 2008

Marcos Sorrentino nos envía hoy 6 de marzo esta importante información a los educadores ambientales de latinoamerica.

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Aos Educadores e Educadoras Ambientais da América Latina e Caribe,

Península Ibérica e Países de Língua Portuguesa


O Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e Caribe, como principal foro político intergovernamental regional, aprovou na sua XVI Reunião a Decisão 1, que diz respeito a implementação da Iniciativa Latino Americana e Caribenha para o Desenvolvimento Sustentável (ILAC), onde foi incluída a Educação Ambiental entre as suas 11 prioridades de ação nos próximos quatro anos (Anexo 1). Além disso, a Decisão 11 responsabilizou o Brasil para dar seguimento às atividades de coordenação do Programa Latino-Americano e Caribenho de Educação Ambiental ? PLACEA durante o biênio 2008-2009 (Anexo 1). Dentro de uma perspectiva de rodízio na condução do PLACEA tivemos o apoio dos representantes dos governos da Venezuela e Argentina para assumir tal responsabilidade.

O PLACEA vem sendo desenvolvido nos últimos sete anos por iniciativa dos organizadores e participantes dos Congressos Ibero-Americanos de Educação Ambiental, capitaneado pelo governo da Venezuela. Desde 2005 o PLACEA se tornou oficialmente uma responsabilidade compartilhada pelos Ministros de Meio Ambiente da região, vinculado a implementação da ILAC.

Um dos instrumentos do Foro de Ministros para a efetiva implementação de suas decisões, em especial para a implementação da ILAC, são os grupos de trabalho, cujo funcionamento foi revisto recentemente pela Decisão 4, em que foi estabelecido o Grupo de Trabalho de Educação para o Desenvolvimento Sustentável (Anexo 1). Entendemos que o GT deveria ter um caráter de suporte operativo para a implementação do PLACEA e portanto deveria ser composto por um número reduzido de países que possam agilizar a viabilização do Programa em cada sub-região.

A primeira proposta que encaminhamos aos pontos focais da Rede de Formação Ambiental do PNUMA e aos educadores e educadoras ambientais da região, no sentido da revitalização do PLACEA, encontra-se no Anexo 2 e foi muito útil para os nossos diálogos em Santo Domingo. Nas próximas semanas será encaminhado aos governos dos países da região uma proposta de matriz de prioridades para o funcionamento do Grupo de Trabalho de Educação para o Desenvolvimento Sustentável com foco na implementação do PLACEA.

A educação ambiental ainda tem presença marginal nos governos da região, haja visto os orçamentos, o tamanho das equipes e a ausência de políticas e programas nacionais de educação ambiental na maioria dos países, mesmo considerando a sua importância para o enfrentamento das mudanças socioambientais globais. Isto nos obriga a assumir uma enorme responsabilidade no sentido de reverter este quadro.

Estamos planejando a realização de uma reunião com os pontos focais da educação ambiental de todos os países, a ser realizada ainda no primeiro semestre de 2008, para detalharmos o Plano de Ação Regional do PLACEA. Mais informações sobre essa reunião serão divulgadas em breve. A idéia é que este Plano circule nas redes e demais instâncias de interlocução da educação ambiental dos países da região. Temos a intenção de ampliar a rede de pontos focais dos países e trabalharemos com essa orientação durante o período de nossa coordenação no sentido de envolver os Ministérios de Educação e uma representação da sociedade civil.

Temos que debater muitas coisas, antes de nos reunirmos para tomar decisões. Apontamos abaixo seis pontos, para iniciarmos a conversa:

O primeiro deles é sobre a necessidade de dar organicidade para as diversas iniciativas relacionadas a educação ambiental na América Latina e Caribe, Península Ibérica e Países de Língua Portuguesa ? por exemplo entre a Rede de Formação Ambiental do PNUMA e o seu Fundo Fiduciário, o PLACEA e o GT de Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável do Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e Caribe, os Congressos Ibero-Americanos de EA, entre outras. Nesse sentido, existem questões a serem superadas: estes Congressos não incluem os países de língua inglesa do Caribe e incluem a Península Ibérica; o GT de EA do Foro de Ministros, a Rede de Formação do PNUMA e o PLACEA incluem formalmente os países do Caribe, mas na prática os isola por quase não praticar a língua inglesa em seus encontros, publicações e comunicações informais. Os países de língua portuguesa (cinco africanos e um asiático, além de Portugal e Brasil) começaram a desenvolver uma importante integração que poderia nos auxiliar a penetrar com esta perspectiva latino-americana de EA em todo continente Africano, auxiliando-nos a resgatar uma dívida histórica presente também em praticamente toda América Latina, Caribe, Portugal e Espanha, apesar de serem realidades culturais muito distantes. Enfim este é um ponto de debate que puxa outro.

O da língua para a nossa comunicação. Estamos cientes das dificuldades que existem para muitos dos nossos companheiros e companheiras em acompanhar longos comunicados em português. Consultamos os leitores deste texto se podemos fazer pequenos e rápidos comunicados em português e para textos maiores (como este) podemos fazê-lo em portunhol ou quando mais oficial, nas três línguas. O Sr. Ricardo Sanchez, afirmou em tom de brincadeira, em plenária do Foro de Ministros, que a primeira iniciativa do GT de EA deveria ser um curso de espanhol para os seus participantes. Consideramos interessante a idéia do PNUMA facilitar o acesso a cursos de espanhol, português e inglês aos participantes de todas as articulações internacionais de EA ou pelo menos financiar a tradução de todos os materiais.

O terceiro ponto é o de definirmos se queremos entrar no debate internacional da EA, procurando dar visibilidade a EA Latino-Americana no contexto da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e de outras iniciativas relacionadas às mudanças socioambientais globais ou se vamos circunscrever a nossa atuação aos países mencionados anteriormente (da América Latina, Caribe, Península Ibérica, países lusófonos), ou a parte deles.

Em nosso ponto de vista, perdemos boas oportunidades no V Congresso Ibero-Americano de EA, no I Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países Lusófonos e Galícia e na 4a Conferência Internacional de EA (Tibilsi+30), em Ahmedabad, de lançarmos a proposta de um Manifesto Planetário pela EA ou uma Declaração Universal pelos Direitos à EA, que re-colocasse o diálogo sobre o papel transformador, crítico e emancipatório da EA, para além de nossas fronteiras (em cada país e no continente) e não devemos perder essa oportunidade no VI Congresso Ibero-americano de EA.

O quarto ponto é sobre as nossas instâncias de articulação e tomada de decisão. Quais são? Quem decide?

O quinto é sobre o VI Congresso Ibero-Americano, na Argentina. Avançamos na primeira conversa com Pablo Mesa, que será o responsável por coordenar a organização do evento e ele tem propostas boas de forma e conteúdo para o evento.

O sexto, é sobre a elaboração de um Plano de Ação Regional e/ou Sub-regionais para o PLACEA. Os anexos fazem algumas provocações neste sentido, o próprio PLACEA deve ser re-visitado para avivarmos a memória (seguem no Anexo 3 alguns documentos de referência do PLACEA em português e espanhol, sendo que já estamos articulando com o PNUMA a tradução para o inglês). Também contribuem para essa revisitação as experiências de regionalização do PANACEA e do Centro de Saberes e Cuidados Ambientais de La Cuenca del Plata. As correspondências nas listas eletrônicas estão repletas de propostas e também devem ser analisadas para o aprofundamento dos debates.


Por fim, precisamos nos estruturar como coordenação e secretaria executiva deste diálogo à distância e facilitadores também das aproximações presenciais. Indicamos o endereço eletrônico para recebermos as correspondências referentes ao PLACEA: placea@mma.gov.br. Acreditamos que as propostas de blog ou lista também são importantes.

Por fim, aceitamos todas as sugestões, críticas e colaborações para que possamos corresponder às demandas colocadas pela conjuntura planetária e por nossas expectativas de tornar a EA cada vez mais presente em nossos países e na vida de cada pessoa.


Saludos fraternos,


Marcos Sorrentino

Diretor do Departamento de Educação Ambiental

Ministério de Meio Ambiente do Brasil

16 feb 2008

¿Qué es el PLACEA?

Frecuentemente en los textos anteriores ha aparecido mencionado el PLACEA. Ahora bien este programa no ha sido divulgado lo suficiente, por lo que muchas personas no lo conocen. Por esa razón aquí les coloco una breve descripción de lo que es el PLACEA.
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El Programa Latinoamericano y del Caribe de Educación Ambiental (PLACEA) es un mecanismo regional permanente de integración y cooperación dirigido a impulsar la coordinación de políticas conjuntas, estimular el desarrollo de programas y proyectos en común y fomentar la comunicación, el intercambio y el apoyo mutuo.
Este Programa es una estrategia educativa transversal a los programas regionales en materia ambiental, en particular la Iniciativa Latinoamericana y Caribeña para el Desarrollo Sostenible (ILAC) y el Programa de Acción de Barbados
El PLACEA fue aprobado en el año 2003 por la XIV del Foro de Ministros de Ambiente de Latinoamérica y del Caribe realizada en Panamá con motivo de su XIV Reunión (Decisión 10 UNEP/LAC-IG.XIV/4 Página 30)

El Objetivo General del PLACEA es el siguiente:


Establecer un mecanismo regional permanente que impulse la coordinación de políticas, estimule el desarrollo de programas y proyectos y fomente la comunicación, el intercambio y el apoyo mutuo entre los gobiernos regionales, así como entre estos y los otros actores sociales involucrados en el desarrollo de programas de educación ambiental

Y establece como objetivos específicos

• Consolidar las políticas públicas de EA en la región
• Establecer mecanismos para el trabajo en red
• Fortalecer los aspectos conceptuales de la EA
• Fortalecer la capacitación continua


El Marco Conceptual del PLACEA

Se desea que el PLACEA responda a un enfoque de desarrollo sustentable, humano y endógeno. En tal sentido PLACEA se desea que este Programa:
  • Busque estimular la participación y el protagonismo de todos los actores sociales involucrados en la planificación e implementación de programas de educación ambiental en cada uno de los países.
  • Facilite la construcción de nuevas orientaciones conceptuales y metodológicas para la educación ambiental en la región, de tal manera que la educación ambiental se convierta en un factor de apoyo para la construcción de sociedades democráticas, inclusivas, prósperas y responsables de su ambiente.
  • Enlace a la educación ambiental con los temas prioritarios de la región definidos en la Iniciativa Latinoamericana y del Caribe (ILAC) en particular con los relacionados con la preparación contra desastres naturales, mejoramiento de la salud humana, lucha contra la pobreza y la discriminación racial y de género, así como con la protección de la diversidad biológica, conservación y uso sostenible del agua, los bosques y el consumo y producción sostenibles.
  • Establezca vías permanentes para el intercambio, comunicación y apoyo mutuo entre los países de la región en materia de educación ambiental.
  • Estimule la articulación y sinergia entre las distintas iniciativas y proyectos existentes en materia de educación ambiental en la región
  • Promueva el desarrollo de una visión y una voz latinoamericana y caribeña en relación con la educación ambiental en el marco del desarrollo sostenible.

¿Cuáles son las actividades que espera realizar el PLACEA?

  • Fortalecer las capacidades institucionales para promover proyectos de largo plazo
  • Establecer espacios para la discusión conceptual y metodológica
  • Construir alianzas y redes
  • Fortalecer los mecanismos para la capacitación y actualización profesional
  • Articular y sistematizar las distintas iniciativas existentes en la región en materia de protección ambiental y educación ambiental
  • Producir materiales documentales para el apoyo a los programas existentes

La historia del desarrollo del PLACEA
Es posible hacer un resumen de la historia del desarrollo del PLACEA a partir de los hitos representados por una serie de eventos que han venido ocurriendo desde el año 2000.
En el marco del III Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental realizado en Caracas, Venezuela en el año 2000 se realizó el 1er Simposio de Países Iberoamericanos en Políticas y Estrategias de Educación Ambiental. Este debatió una propuesta para la construcción de un Programa Latinoamericano en el tema de educación ambiental. En los resultados de este evento presentados en el documento llamado “Declaración de Caracas” se le solicita al gobierno de la República Bolivariana de Venezuela realizar las gestiones para proponer un Programa Latinoamericano y del Caribe de Educación Ambiental.
La República Bolivariana de Venezuela presenta en el IV Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental realizado en La Habana, Cuba en el año 2003 una propuesta de Programa. Este aprobado y se le solicita a Venezuela que realice la presentación del PLACEA ante la reunión del Foro de Ministros del Ambiente de América Latina y el Caribe.

Ese mismo año, la XIV Reunión del Foro de Ministros del Ambiente de América Latina y el Caribe. Panamá aprobó la propuesta del PLACEA y reconoció la importancia de la educación ambiental en el logro de los objetivos de la Iniciativa Latinoamericana y Caribeña para el Desarrollo Sustentable (ILAC)
En el año 2004 se realiza la I Reunión de Especialistas en Gestión Pública de la Educación Ambiental de América Latina y el Caribe en la Isla de Margarita, Venezuela. En esta reunión se aprueba la estructura organizativa del PLACEA.


En el 2006 se realiza la II Reunión de Especialistas en Gestión Pública de la Educación Ambiental de América Latina y el Caribe, en el marco del V Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental en Joinville, Brasil. En esta reunión se hizo seguimiento al Programa y se establecieron actividades a ser realizadas en el año 2007.

A partir de este año el Foro de Ministros del Ambiente de América Latina y el Caribe designó a Brasil como coordinador del PLACEA

13 feb 2008

Revitalización del PLACEA

Muy importante para nuestro proceso de fortalecimiento de la educación ambiental en Latinoamérica es la decisión que acaba de tomar el Foro de Ministros de Medio Ambiente de América Latina y el Caribe.

Este evento se realizó en Santo Domingo, República Dominicana entre el 27 de enero y el 1 de febrero pasados.

En esa ocasión el Gobierno de Brasil llevó una propuesta para el fortalecimiento de la educación ambiental en la región y en particular a través de la revitalización del Programa Latinoamericano y del Caribe de Educación Ambiental (PLACEA).

Esta propuesta fue acogida por los gobiernos presentes y quedó plasmada en la en las decisiones tomadas en ese Foro (Informe Final del Foro. Decisión 11. Disponible en: http://www.pnuma.org/forodeministros/16-repdominicana/rdm04nfe_ProgramaGeneraldeActividades.pdf)

Le transcribo, los que son a mí entender los puntos más importantes de esta decisión, adicionalmente resalto los aspectos más interesantes de cada punto.


1. Fortalecer el carácter promotor, articulador y coordinador de la Red de Formación Ambiental en apoyo al proceso de educación, capacitación y formación ambiental en los países de la región, particularmente el desarrollo de las actividades del PLACEA (y de otros programas subregionales asociados), así como el establecimiento y desarrollo de Redes Nacionales de Educación y Formación Ambiental.

(...)

6. Continuar apoyando la organización de los congresos y seminarios nacionales, regionales y subregionales de Educación Ambiental, y en particular el VI Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental y la Conferencia Internacional Infantil y Juvenil de Medio Ambiente con el propósito de desplegar acciones a favor de la educación ambiental y fomentar la cooperación iberoamericana en este campo.

9. Asignar al Gobierno de Brasil la conducción del PLACEA durante el bienio 2008-2009, en coordinación con ORPALC.

10. Reiterar la solicitud al PNUMA y al CTI para que identifiquen y gestionen recursos financieros, de acuerdo con sus mandatos específicos y los contenidos en la ILAC, para apoyar la implementación del PLACEA.

11. Apoyar el desarrollo del Plan de Acción y las actividades del PLACEA, orientándolo hacia el impulso y fortalecimiento del desarrollo de capacidades nacionales, especialmente considerando los temas prioritarios identificados por el Foro en el marco de la ILAC, así como los acuerdos de Johannesburgo y los objetivos de desarrollo del milenio, a través de la educación formal e informal.

12. Exhortar a los ministerios del ambiente de los países a reforzar las unidades de educación ambiental y participación ciudadana, a fin de que puedan contar con los recursos humanos y financieros necesarios para cumplir los objetivos y el programa bienal de actividades del PLACEA.

13. Realizar un taller de trabajo con participación de los representantes de los Puntos Focales Nacionales de la Red de Formación Ambiental de la región durante los primeros meses del 2008 con el objeto de definir el Plan de Acción Regional del PLACEA (2008-2009) así como los planes subregionales, y las estrategias que permitan la implementación del mismo.

14. Impulsar la conformación de un programa subregional de educación ambiental, atendiendo a los grupos de interés, incluyendo, inter alia, tomadores de decisión, los sectores público y privado así como la sociedad civil, los países caribeños de habla no hispana, y su integración al programa regional del PLACEA.

15. Avanzar en la promoción de nuevas estrategias de educación (incluyendo la tecnología digital) que potencien los procesos participativos de construcción social de conocimientos y saberes ambientales, en especial aquellos arraigados en las comunidades más pobres y otros grupos tradicionalmente excluidos, que permitan el intercambio de experiencias y el diálogo de saberes, reconociendo su contribución a la conservación de la naturaleza y la sustentabilidad socioambiental, y promoviendo su articulación con las acciones de gestión ambiental de los países de la región.

16. Promover mecanismos de coordinación para la educación ambiental de carácter regional, subregional y nacional.